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setembro 25, 2018 / Notícias

Na abertura do segundo dia da 16ª Convergência, representantes da Febraban e dos principais bancos do País destacam efetivação do Protesto para a recuperação do crédito no setor bancário

Cabo de Santo Agostinho (PE) – Um painel composto por representantes do setor bancário abriu o segundo dia da 16ª Convergência, evento nacional dos cartórios de protesto organizado pelo Instituto de Estudos de Protesto de Títulos do Brasil – Seção Pernambuco (IEPTB/PE), e realizado entre os dias 19 e 21 de setembro na região metropolitana de Recife.

Ao abrir as apresentações o diretor adjunto de operações da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Walter Tadeu Pinto de Faria, destacou a importância dos Tabelionatos de Protesto para a recuperação de títulos para o sistema bancário. “O protesto é mais efetivo do que a negativação. O protesto já está bem inserido dentro do sistema financeiro e confiamos nele, pois 74% do nosso protesto traz um resultado positivo para os bancos”, disse Faria.

A representante do Itaú-Unibanco e membro da comissão de protesto da Febraban, Ariadne Lucato Mota, afirmou que muitas vezes os clientes preferem recorrer ao protesto de títulos por causa da credibilidade dessa ferramenta. No entanto, Ariadne acredita que para melhorar a efetividade deste instrumento é necessário aprimorar a qualidade do serviço e ampliar a postecipação dos emolumentos em todo território nacional.

“A qualidade do serviço está comprometendo a volumetria. Evidentemente, há empresas com dificuldades financeiras, mas o bom serviço dos cartórios de protesto pode ser aprimorado. Além de se investir em tecnologia, a postecipação é um fator importante para alavancar o número de protestos dos bancos. A questão da custa antecipada é sim um fator importante.  Em alguns estados, as custas são muito altas chegando a representar 80% do título protestado”, revelou a representante do Itaú-Unibanco.

Coordenador da comissão de protestos e representante do Bradesco, Sérgio Antonio Pires reconhece que a parceria entre os bancos e os cartórios de protesto tem sido proveitosa. Mesmo assim, acredita que podem haver novas soluções entre os dois segmentos para a melhoria do serviço prestado à população.

“Sempre começamos a mudança no protesto pela padronização de procedimentos. Avançamos muito, mas juntos temos que encontrar caminhos e alternativas para evoluirmos e não ficarmos estacionados”, ressaltou Pires. Já a representante do Banco do Brasil, Eliziane Freisleben, também reconhece que o protesto é mais efetivo do que a negativação.  Para ela, digitalizar os procedimentos de protesto é cada vez mais importante no universo digital dos dias de hoje.

“Tornar os processos menos burocratizados mais fáceis e digitais facilita para o cliente.  É o que os clientes vêm buscando e é o que os bancos vêm fazendo hoje para satisfazer seus usuários”, revelou a palestrante.

Ao final do painel, o presidente do Instituto de Estudo de Protesto de Títulos do Brasil – Seção São Paulo (IEPTB/SP), José Carlos Alves, entregou uma placa homenageando Walter Tadeu Pinto de Faria.

O encontro em Pernambuco

Com a presença de tabeliães de protesto de todo País, a 16ª Convergência foi realizada entre os dias 19 e 21 de setembro, no Sheraton Reserva do Paiva Hotel & Convention Center, localizado em Cabo de Santo Agostinho, na região metropolitana de Recife (PE).

Idealizado pelo Instituto de Estudos de Protestos de Títulos do Brasil (IEPTB), a Convergência comemora três décadas de empenho em prol da evolução dos Tabelionatos de Protestos, enquanto a Seccional de Pernambuco, responsável por sediar o evento, celebra 15 anos de sua criação.

Fonte: Jornal do Protesto – SP

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