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novembro 23, 2018 / Blog, Destaque, Notícias

A modernização e a integração dos serviços de Registros e Notas do Brasil foi defendida pelo presidente da seção paraibana da Associação dos Notários e Registradores do Brasil (Anoreg-PB), Germano Toscano de Brito. O tabelião, que também é vice-presidente da Anoreg, afirmou que essa mudança ajudará na expansão da atividade pela região amazônica, pelo Mato Grosso e pelo interior do Nordeste.

Germano participou, em São Paulo, do 20º Congresso Brasileiro de Direito Notarial e de Registo. Lá, ele abordou o o tema “A Inteligência artificial e a era da tecnologia nos cartórios”. O encontro foi promovido pela Anoreg/Brasil, com o apoio da Anoreg/São Paulo.

Aprimoramento, qualificação e capilaridade

Brito assegurou que a categoria, induvidosamente, tem como desafio atender às necessidades da sociedade nos pontos mais distantes e remotos do País. “Sem sombra de dúvidas, o nosso maior desafio é o tamanho do País, que é continental. E nós temos que, de toda forma, procurar incluir todos os nossos serviços no interior da região amazônica, do Mato Grosso e na grandiosidade do Nordeste”, declarou o tabelião.

Outro grande desafio, disse, é colocar todos os seus colegas dentro da realidade de modernização e da integração. Sobre a importância do Prêmio de Qualidade Total (PQTA), o presidente da Anoreg/PB lembrou que esta se trata de um aprimoramento da Anoreg/Brasil.

“Estamos colocando os serviços em normas técnicas, como ocorre com o ISO. O PQTA é o nosso ISO. Vamos, este ano, oferecer à sociedade o aprimoramento e a qualificação a aproximadamente de 200 colegas nossos. É muito importante para a categoria o PQTA”, enalteceu.

Tecnologia como aliada

O evento teve a participação do corregedor nacional de Justiça, ministro Humberto Martins, que, em conferência, abordou o tema “Cartórios e Inteligência Artificial”. “Estamos em meio a uma revolução causada pela digitalização da vida. Todos os processos produtivos estão sendo alterados com base na aplicação do aprendizado de máquina. É a quarta revolução industrial”, disse o ministro, para quem a tecnologia pode ser uma forte aliada dos operadores do Direito e como é impossível se manter alheio a essa nova realidade.

Um dos exemplos citados pelo corregedor foi a busca de jurisprudência e a possibilidade de serem inseridos parâmetros de cálculos na programação para aferir, por exemplo, a relevância de acórdãos.

 

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