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setembro 11, 2019 / Blog, Geral

Nesta semana, o Banco Central (BC) anunciou que desenvolverá um sistema de pagamentos instantâneos. Atualmente, as transferências são feitas por meio de TED (Transferência Eletrônica Disponível) e DOC (Documento de Ordem de Crédito), e os valores podem ser creditados na conta do destinatário no mesmo dia, desde que o pedido ocorra até as 17h dos dias úteis.

Segundo a instituição, com o novo sistema, os pagamentos serão feitos em alguns segundos e funcionarão 24h, durante todos os dias da semana. A decisão de desenvolver o sistema vai permitir que bancos e as empresas de tecnologia do setor financeiro, as chamadas fintechs, possam dar continuidade à definição de seus modelos de negócios para o pagamento instantâneo.

Custos

Com o sistema de pagamentos instantâneos, a expectativa do Banco Central é que haja redução desses custos para os clientes. Atualmente, o custo da transferência é definido pelos bancos para cada operação ou tem o valor incluído em um pacote de serviços.

De acordo com o BC, também haverá redução de custos para empresas que recebem as transferências. No caso de um lojista, por exemplo, a redução no número de intermediários vai significar menor custo de aceitação em relação aos demais instrumentos de pagamento.

O BC disse que o estabelecimento comercial precisará ter somente um código único de identificação para permitir que seus clientes façam a leitura desse código por meio de seus smartphones. Nesse código estarão todas as informações necessárias para que os recursos sejam transferidos instantaneamente.

O pagamento instantâneo, afirmou o BC, simplificará também a escolha do favorecido, porque não haverá mais a necessidade de inserir informações como número do banco, da agência e da conta e o CPF (Cadastro de Pessoa Física) do recebedor.

Para fazer o pagamento instantâneo, serão necessários um smartphone, uma conta em um prestador de serviço de pagamento (PSP) da escolha do consumidor e o aplicativo.

Sistema

No último dia 28, o BC informou que será o responsável pela criação da base de dados e pela administração do sistema. O motivo, explicou, é “maximizar ganhos de escala e efeitos de rede típicos da indústria de pagamentos”.

“A base de dados de endereçamento permitirá a realização de pagamentos de maneira intuitiva e simplificada, utilizando, de forma segura, informações de fácil conhecimento, como número de telefone ou conta de e-mail”, acrescentou o Banco Central.

Em dezembro do ano passado, por meio do Comunicado 32.927, o BC já havia divulgado os requisitos fundamentais do sistema de pagamentos instantâneos. “O Banco Central vem atuando na liderança desse processo, com o objetivo de criar, de uma perspectiva neutra em relação a modelos de negócio ou participantes de mercado específicos, as condições necessárias para o desenvolvimento de um sistema de pagamentos instantâneos eficiente, competitivo, seguro, inclusivo e que acomode todos os casos de usos”, disse a instituição, em nota.

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